Logística

As vantagens da logística reversa para o varejo

Por Alvaro Loyola, Country Manager Drivin Brasil

Com o crescimento que o e-commerce experimentou durante a pandemia do COVID-19, uma série de mudanças foram impulsionadas em diversas áreas, inclusive no setor logístico, entre elas destacou-se a necessidade de dar uma melhor resposta aos clientes por meio da logística reversa.

Esse é um tipo de uma estratégia de diferenciação que começa com o desenvolvimento de um plano para definir ações que envolvem o final do ciclo de vida de um produto. 

Neste caso, a empresa deve dar uma atenção especial ao seu recolhimento no local em que foi entregue.

logística reversaE diante de uma devolução encaminhar o produto para uma possível reutilização, reciclagem, desmontagem ou descarte adequado. 

Qual o segredo de uma boa logística reversa?

Assim, como em qualquer planejamento empresarial, o segredo de realizar bem a logística reversa está na implementação gradativa desse tipo de processo, avaliando como são resultados passo a passo. 

Por meio dessa prática, as empresas conseguem se diferenciar da concorrência ao mesmo tempo em que geram uma experiência positiva para os clientes, o que, por sua vez, aumenta as ferramentas de retenção.

Porém, a logística reversa vai muito além disso, já que também é uma medida que as empresas devem implementar cada vez mais, em meio a um cenário em que são incentivadas a agir de forma ambientalmente responsável e a cuidar do planeta.

Na logística reversa há basicamente dois formatos: pós-venda e pós-consumo. 

No primeiro caso, o produto pode retornar à cadeia de distribuição antes de ser utilizado pelo consumidor ou até em alguns casos de pouco uso, quando há a identificação de um defeito ou erro no processamento do pedido, por exemplo.

Para isso, os responsáveis por essa coleta, precisam planejar o recebimento e embarque dos itens, estabelecendo meios para controlar o fluxo físico e as informações logísticas dentro de sua estratégia organizacional. Muitas vezes, o produto pode ser melhorado e comercializado novamente, agregando-lhe valor.

Quando falamos do formato pós-consumo, o produto foi adquirido e efetivamente usado pelo consumidor, seja pelo fim de sua vida útil ou pelo vencimento, sendo considerado impróprio para consumo primário. 

Da mesma forma que no pós-venda, a empresa deve preparar-se  para receber os itens e dar-lhes o devido destino, uma vez que podem ser reaproveitados para seu retorno ao ciclo de produção, seja como material reciclagem ou reutilização de peças.

Por fim, não há dúvidas de que as empresas terão que investir muito mais em soluções desse tipo, que ofereçam uma melhor experiência aos clientes e uma alternativa verde e sustentável, que seja benéfica  ao meio ambiente.

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Alvaro é Engenheiro Comercial. Atualmente atua como o Head da Drivin no Brasil, empresa que oferece uma solução logística SaaS, que permite fazer um planejamento logístico inteligente para empresas com operações de entrega de produtos, impactando diretamente na melhoria no nível de serviço entregue aos clientes e redução dos custos com transporte.